Hot Pork – O cachorro-quente que faz a diferença

foto: fernanda serra azulSe você ainda não conhece a versão de cachorro-quente do Hot Pork, não sabe o que está perdendo. Nós o elegemos como o melhor cachorro-quente de São Paulo! Criado pelo chef Jefferson Rueda – também proprietário do restaurante A Casa do Porco – o lanche (R$15) leva pão de leite artesanal, salsicha 100% porco, picles de cebola roxa e pepino, catchup de tomate com maçã, mostarda com tucupi e maionese com limão. Tudo feito na casa, sem corantes nem conservantes. Além dessa combinação incrível de sabores, a montagem também não é nada tradicional. Bem diferente dos cachorros-quentes que estamos acostumados a consumir, onde tudo se mistura e vira uma coisa só. Os molhos do hot pork são pingados cuidadosamente sobre a salsicha, formando um desenho belo e harmônico, assim como os seus sabores. A lanchonete também oferece uma opção vegetariana, o not pork, onde a salsicha de porco é substituída por outra, à base de tofu e cogumelos. Para beber, além de bebidas tradicionais como água, refrigerante e cerveja, tem a sidra de hibisco com abacaxi (R$12) e a cerveja da casa (R$13). O ambiente, alegre e divertido, é projeto do arquiteto Rafic Farah e foi inspirado na obra “Cirque Calder”, do artista americano Alexander Calder. A cozinha é voltada para o pequeno salão, e as preparações ficam visíveis ao público. O Hot Pork é lugar para se conhecer!

Hot Pork 
Rua Bento Freitas, 454 – Centro
São Paulo – S.P.
Seg a dom das 12h às 23h

Bisnaguinha de leite

Sempre fui de cozinhar ou preparar quase tudo que consumo no meu dia a dia. Alimentos ultraprocessados, bolos industrializados, pratos congelados, sucos de caixinha, nunca foram muito consumidos aqui em casa, a não ser eventualmente, claro. Afinal, quem nunca? Mas os ingredientes frescos são muito mais frequentes por aqui que os enlatados, por exemplo. Depois que Clarice nasceu, minha dieta que já era saudável ficou ainda mais. Desde que ela começou a comer alimentos sólidos, reduzimos a quase zero os produtos ultraprocessados, ou que contenham conservadores, aditivos químicos, algum ingrediente produzido artificialmente. Vocês já leram por exemplo, os ingredientes que vêm descritos no rótulo da bisnaguinha? Entre alguns conhecidos nossos, estão: emulsificantes monoglicerídeos de ácido graxos, estearoil-2-lactil lactato de sódio, conservador propionato de cálcio, e vários aditivos que não sabemos o que são, para que servem, ou como se comportam em nosso organismo quando consumidos por um longo período de tempo. Por essas e outras, estou produzindo em casa cada vez mais o que a gente come, inclusive a nossa própria bisnaguinha. A gente consome um pão mais saudável, a Clarice – que não tem problema algum com glúten – adora, e além de ser muito mais gostosa que as bisnaguinhas industrializadas, é bem fácil de fazer e deixa um cheirinho delicioso pela casa enquanto está assando!

INGREDIENTES

– 550g de farinha de trigo
– 90g de açúcar refinado
– 7g de sal
– 20g de fermento biológico seco (2 envelopes)
– 1 ovo
– 50g de manteiga derretida
– 300ml de leite integral morno

MODO DE PREPARO: na tigela da batedeira coloque os ingredientes secos: farinha, açúcar, sal, fermento e misture. Adicione os outros ingredientes: ovo, manteiga e leite. Bata com o gancho por aproximadamente 15 minutos, ou até que a massa comece a desgrudar das laterais da tigela. Retire da batedeira, modele uma bola e transfira para um recipiente untado com óleo. Cubra com papel filme e deixe descansar até dobrar de volume. Isso irá depender do clima de onde você mora, para mim levou uns 40 minutos. Aperte um pouco com as pontas dos dedos para liberar as bolhas de ar e divida a massa em 12 partes iguais, formando bolinhas. Com um rolo, abra as bolinhas como se fosse um retângulo, e depois enrole os retângulos em formato de um pãozinho (como se fosse um rocambole). Distribua os pães em uma forma (20X30cm) untada com manteiga e farinha,  deixando 1cm de distância entre eles. Pincele um ovo ligeiramente batido sobre cada um e deixe crescer até dobrar de volume. Leve para assar em forno pré-aquecido a 180 graus até que fiquem douradas.

DICA

Dependendo da farinha utilizada a textura da massa pode mudar. Se achar que a massa está muito mole, adicione um pouco mais de farinha. Se achar muito seca, adicione um pouco mais de leite.